sábado, 31 de janeiro de 2009



Jogo Rápido:


Foi notícia em Janeiro!





Obras em Praia Brava e Carlos D. de Andrade custarão mais e terminam somente em Junho.
Com três meses de atraso, empresa pode receber mais para entregar urbanização da avenida. O contrato para urbanizar a avenida José Medeiros Vieira, na orla da Praia Brava deve ser reavaliado. Assinado em julho do ano passado, prevê o pagamento de R$ 4,5 milhões para a empresa Viapav, mas receberá um valor extra e aumento no prazo para entrega dos trabalhos. O mesmo ocorrerá com a Av. Carlos D. de Andrade.
Porto propõe pacto de redução de 10%
A Superintendência do Porto Municipal de Itajaí está propondo um pacto a todos os prestadores de serviço vinculados ao Complexo Portuário do Rio Itajaí para que promovam uma redução de preços e tarifas em dez por cento, pelo prazo de seis meses, como forma de compensar e fidelizar os armadores ao Porto de Itajaí
Meio Ambiente de BC discute destino dos resíduos de construção
Balneário Camboriú será a primeira cidade de Santa Catarina a ter o plano implantado, em atendimento ao que preceitua o Conselho Nacional do Meio Ambiente, a ser implantado pela empresa LCG Consultoria, de Praia dos Amores.
Novo píer em Porto Belo melhora estrutura de recebimento de cruzeiros
As obras do novo píer devem começar em março, com investimentos na ordem de R$ 1 milhão. A nova estrutura poderá receber, ao mesmo tempo, 12 tênderes, pequenas embarcações que transportam turistas dos transatlânticos até a costa. O atual trapiche tem capacidade para dois tênderes.

DA LAMA AO ESTRELATO


Revelada em enchente de Santa Catarina, modelo se emociona ao lembrar tragédia


A voz ainda é de menina, mas a coragem é de gente grande. Em novembro, durante as enchentes de Santa Catarina, Isabel Cristina viu uma onda de lama invadir sua casa, na cidade de Ilhota, perto de Blumenau, e arrastá-la por 20 metros. Foi soterrada com toda a família e, na tragédia, perdeu quatro sobrinhos e um tio. Uma semana depois, o destino da menina, que fez 18 anos em dezembro, começou a mudar. Em reportagem para o programa ‘Profissão Repórter’, o jornalista Caco Barcelos foi à casa de Isa no dia em que os bombeiros encontraram os corpos de duas das crianças. Nos escombros, achou o ‘book’ de Isabel Cristina e mostrou as fotos em rede nacional. Não demorou muito e a agência Joy, de John Casablancas — descobridor de talento como Gisele Bündchen, entrou em contato com a catarinense. Agora, Isa começa a realizar seu sonho de infância e ilustra seu primeiro ensaio para a revista ‘Vip’, nas bancas amanhã. “Meu sonho é me tornar uma grande modelo e ajudar meu pai e minha mãe a reconstruir a vida deles. Temos que começar do zero”, diz, com a certeza de que vai lembrar para sempre os momentos de desespero. “Não dá para esquecer. Foram cinco perdas e mais a vida que meu pai construiu. Saí do hospital e não tinha uma peça de roupa. Tudo ficou debaixo do barro”, conta. “Faço minha comida, lavo minha roupa, tenho que me virar”, enumera, sem esconder seu lado frágil. “Tenho medo de São Paulo porque não conheço nada. Fico perdida nos testes”, confessa.

SANTA CATARINA PÓS ENCHENTE. Um relato indignado!

Urda Alice Klueger - Escritora e historiadora

Ontem minha cidade de Blumenau foi diferente. De repente, saído de todos os seus esconsos, uma população inteira de desvalidos saiu e até fugiu dos abrigos públicos mantidos nas escolas do município, e veio para praça pública. Quem era essa gente? Eram os trabalhadores de Blumenau, aqueles que passaram grande parte das suas vidas trabalhando para fazer a sua casinha, e que a construíram, a pintaram, a muraram, fizeram jardins, esticaram redes nas varandas para melhor poder conversar com suas mulheres ao por do sol, que nelas criam ou já criaram seus filhos, que tinham aqueles lugarzinhos bonitos, com cortinas na janela e roseiras perto da cerca – e que de um momento para o outro viram a terra desmilinguir, virar gelatina se liquefazendo, e suas casas irem embora dentro de mares de lama, tantas vezes levando junto entes queridos ... e que acabaram nos abrigos públicos de que já falei acima.Eu fiquei tão perdida no tempo desde que tudo começou que já não sei desde quando eles estão lá (e eu estou aqui, pois também sou uma desalojada), mas sei que foi logo a seguir do dia 20 de novembro. 21? 22? 23? Já não sei, e também não importa o dia, pois dia se emenda em dia(...)O Brasil e o mundo mandaram tantos donativos para cá que ficará difícil gastar tudo, mas alguém fica com muita coisa no meio do caminho. Sei de um abrigo onde há mais de mil sabonetes amontoados numa sala, mas que a pessoa que coordena o abrigo não dá sabonete para determinado abrigado que dele necessita, porque não lhe tem simpatia pessoal. E eu sei bem o quanto esse desabrigado é útil ao seu abrigo; como trabalha, ajuda, limpa, prepara comida ... que será que leva essa chefia de abrigo a ter tanta antipatia? Será que é porque não são da mesma etnia? Olhem os guetos se formando na Europa Brasileira!As histórias são inúmeras, desde aquele sargento que, faz poucos dias, proibiu a carne para os adultos de determinado abrigo, liberando-a só para as crianças – quando todos sabem que há um congelador chapadinho de carne lá na cozinha, que veio das tantas doações que todo o país mandou. E as roupas sujas de menstruação que se deram às pessoas do abrigo tal, para que as usassem (nada havia sido salvo das suas casas), enquanto gente do Brasil inteiro mandava roupas novinhas novinhas... Começa a pergunta: quem ficou com tantas coisas? E um diretor de escola que resolveu tratar logo os abrigados como porcos: picou aipim com casca e tudo, e misturou um bocado de carne, e sem sal, sem tempero, sem preparo, cozinhou aquela gororoba e só não mandou servir em gamelões porque deve ter ficado com vergonha. E outro diretor de outra escola, que se sente o dono do abrigo (a escola é publica, construída com legítimo dinheiro do contribuinte, e o diretor é um funcionário público, com o salário pago com os impostos daquela gente que está lá desvalida) e que não permite coisas básicas, como pais que vêm de longe para saber a sorte dos filhos, e sequer podem entrar lá para falar com os mesmos... e um outro chefe de abrigo, que vergonhosamente faz com que cada abrigado seja revistado pelos soldados lá de plantão, mesmo que o abrigado tenha apenas ido até à esquina comprar um pão.


A lista das humilhações e falta de respeito é tão grande que nem pensaria em tentar coloca-la aqui. Mas taí uma amostra. E mesmo assim, esses trabalhadores da minha cidade terão que deixar o abrigo dia 30.01. Muitos e muitos já acabaram desistindo dos maus tratos e das humilhações e indo para a casa de amigos, ou voltando para as zonas de risco, assinando documentos em que se declaram auto-responsáveis pelo que vier acontecer, caso algo lhes acontecer nas zonas de risco. Eles têm que se ir, sumir; a vida nos abrigos tem que ser a pior possível, para que os moradores desistam, sumam das estatísticas – é bem diferente construir mil casas do que cinco mil casas – sobra um dinheirão para os bolsos não sei de quem.Pois é, gente, deve ser por aí. Sei de algumas coisas: o Governo Federal colocou 1 BILHÃO e 700 milhões de reais à disposição dos atingidos – é um dinheiro ENORME. Sei que tal dinheiro abrange, também, construção de pontes, rodovias e correlatos, mas sobra MUITO dinheiro para construir casas para os nossos trabalhadores. Parte será emprestada através de financiamentos, mas parte também será repassada a fundo perdido. E nada se faz. E o dinheiro que o santo povo brasileiro tirou do seu bolso, do seu contadinho, e mandou para cá? Cadê tal dinheiro? Era dinheiro para o povo, assim como as outras doações eram para o povo – e sei que tem gente jogando caminhão de doação em beira de estrada porque já não há onde guardá-la. E o meu povo, a minha gente trabalhadora e construtora de Blumenau, a comer lavagem de porco e a usar roupas sujas de menstruação e a não ter acesso a sabonetes, onde há muitos milhares esperando para serem usados? Então ontem o povo foi para a praça, foi pedir explicações e justiça. Eu estava lá de três formas: como observadora, pois sou uma escritora; como militante dos Movimentos Sociais, e como desalojada também. Havia centenas de pessoas diante da prefeitura pedindo justiça, e o prefeito fez o que é de praxe em tais horas: sumiu, se escafedeu. Mas aceitou marcar uma audiência para a próxima terça.Toda essa gente merece satisfação: desde aquele humilde baiano que vi na televisão, depositando o seu troquinho de quem ganha salário mínimo, até aqueles que fizeram grandes doações – como também os nossos trabalhadores, os mais espoliados dos espoliados. É hora de obtermos respostas, e muito rapidamente. Eu, por exemplo, fiz meu cadastro de desalojada no dia 16.12.2008 – mais de mês, portanto. Deixei lá o endereço onde estou, o telefone, o endereço eletrônico – e até este momento nem uma vezinha alguém me disse a mínima coisa. Imagino que alguém ao menos deveria dizer: “há que esperar o final das chuvas para se fazer alguma coisa. A senhora, por favor, tenha paciência!” – mas nem isto.Se não dão satisfação a mim, conhecida como escritora bocuda, que publica em diversos continentes, o que algum dia dirão aos trabalhadores que constroem esta cidade? Decerto dirão algo assim:Sai daqui! Passa! Ligeiro! Senão vai ter cadeia! Seus arruaceiros! E aquelas pessoas que doaram, e doaram, e doaram... estava na hora de alguém contar como as coisas se passam.
Blumenau, 23 de janeiro de 2008.

CONVERSINHA VITERINÁRIA - Isaque Borba

Hoje vou contar uma coisinha, ou seja, uma conversinha que eu ouvi, há muitos anos atrás, quando eu era rapaz piqueno lá no Canto da Praia de Camboriú, entre o seu Nico carroceiro e o Zé Ventura, nosso curandeiro.
Se Zé, sabia tudo de benzimento e toda a ciência necessária às curas do nosso povo e seu animais.
Seu Nico foi consultá-lo porque seu cavalo estava praticamente morto.
Seu Zé na sua costumeira calma ouviu atentamente as explicações do amigo. Nosso veterinário Papa-siri, após ouvi-lo atentamente passou ao seu costumeiro e minucioso inquérito tão necessário um bom diagnóstico digamos “médico”. Ele dizia, ponan, ponan, antes de formar suas frases.
Eu que andava sempre em derridó do seu Zé Ventura, presenciei o colóquio que foi mais ou menos assim:
-Ponam, ponam. . . Andasse muito co teu cavalo nessa torreira do sóli, foi?
-Andei, um pouco; .... bastante....
-Sabes que essa suluna que anda esse verão, nem cavalo s’agüenta!
-Fazê o quê sô Zé, sô obrigado.
-O animáli tava bosteando mole ou bosteando duro?
-Mole, muito mole, sô Zé
- Merda preta ou amarela?
- Amarela, né, seu Zé, não assim que os animális cagam quando tão duente?
-Ramelava pelo um zólho ou ramelava pelos dois zólho?
-Nos dois né, sô Zé.
-Sortava uma gosma pelos nariz ou sorta essa gosma pela boca, tumém?
-Sorta uma baba grossa pela boca, sim seu Zé.
-Tá imperado? Sagüenta em pé ou tá estirado no chão?
-Tá morto, sô Zé, arriadinho, arriadinho no chão.
-Ponam, ponam. . . Trupediô nas pernas antes de se arriá, ou não?
-Ah, vinha trupidiando sim, trupicou diversas vez comigo em riba dele.
-Tá muito esbaforido, tá?
-É. . . Tava esbofando bastante, sim.
- Tava muito ansiado, tava?
-Muito, muito.
-Tentasse arribá ele?
-Num tentei num sinhô, o bicho tá muito arriado.
-Desse de bebê água a ele, desse?
-Di.
-Não arribô?
-Nada.
Então, Zé Ventura concluiu e mandou o veredito:
- “Ponam, Ponam, misim fio, vai pra casa pensado no homi mais mintiroso que tu cunhece im Cambriú, co teu cavalo vai ficá bom”.
O homem deu uma gorjetinha pro velhinho e foi-se embora, pensando no homem mais mentiroso de todo esse Camboriú.
Quando o homem chegou em casa, o cavalo estava morto. Indignado, voltou à casa do Zé Ventura para reclamar garantias. Chegou e já foi esculhambando com o velho.
- Oh sô Zé, dijaoje eu tive aqui, o sinhô mi atendeu, mi arreceitô uma receita, mas cheguei im casa e o mô cavalo tava morto. A sua simpatia num deu certo, eu fiz tudo certinho como o sinhô mandô, fui inté pensando no homi mais mintiroso de nosso Cambriú.
-Ponam Ponam misim fio, mi diga in quem que tu foi pensando?
-Eu fui pensando no meu vizinho, no Romeu – o Romeu Pereira. -Ponam Ponam misin fio, acuntece co Romeu não é dose pá cavalo, é dose pá inlefante, foi forte demági, mô filho!!!!

Espiritualidade Organizacional: O sentido que falta para o trabalho e a vida.

É incrível como nos tornamos, dia após dia, uma sociedade de depressivos e desconectados. São famílias desestruturadas, relacionamentos fragmentados e profissionais que vão ao trabalho de forma absolutamente robótica, minimamente inspirados apenas pelos seus salários do fim do mês.
Diferente do que se poderia imaginar, o fato de vivermos hoje em um mundo onde somos submetidos a muito menos privações que no passado e onde já não temos que fabricar nossa roupa ou produzir o próprio alimento, não se converteu necessariamente em uma fonte de felicidade. Ao contrário, é até possível dizer que a depressão, enquanto pandemia, é fruto exatamente de uma época onde já não encontramos sentido naquilo que vestimos, comemos, com o que trabalhamos ou com as pessoas com quem nos relacionamos.
É como se estivéssemos nos tornando uma legião de sonâmbulos que permanecem em um estado de torpor induzido, não raro por remédios, tentando acreditar que, se comprarmos mais alguma coisa, seremos capazes de preencher aquele incômodo vazio existencial.
Mas o vazio continua lá e insiste em não ser preenchido. E não poderia ser diferente, afinal este vazio não pode ser ocupado por nenhum objeto, pessoa ou “mimo” que você resolva recorrer para tentar minimizá-lo.Ele, na verdade, é um chamado de sua consciência que clama por algo que está além daquilo que é material: a sua espiritualidade. Mas aqui incorremos em um novo problema, pois muitas ainda confundem espiritualidade com religiosidade, sem entender que as duas não são necessariamente sinônimos.
Espiritualidade nada tem a ver com uma crença, dogmas ou verdades absolutas. Ela é a sua capacidade de sentir a conexão universal que nos une e que dá sentido e ordem ao mundo em que vivemos.
Toda a nova ciência de nosso século, sobretudo a física quântica, está se rendendo a esta verdade, ao perceber que somos limitados em nossa capacidade de entender a realidade.É por esta razão que ciência e espiritualidade voltam, pouco a pouco, a andar de mãos dadas.
Uma pessoa espiritualizada não sente necessidade de dizer onde esta a verdade: ela a vive em cada um de seus passos, em cada gesto, palavra ou pensamento que gera.
Desenvolver a própria espiritualidade é a melhor resposta para encontrar sentido em uma sociedade onde o consumo virou a “grande religião”.
É uma resposta inteligente por que permite que você descubra, neste momento, que nada lhe falta, que você sempre esteve completo, apenas não percebeu isso.
Somos assim como um carvão que foi dormir e acordou diamante. O que o carvão desconhecia é que ele sempre foi diamante: só lhe faltava o tempo (maturidade) e pressão (aprendizado).
Todos nós cometemos o mesmo erro, pois nos vemos como o carvão, cheios de imperfeições e “sujos”. Não entendemos que, assim como o carvão já é o diamante, nós também somos perfeitos. O ferro não vira diamante, assim como você nunca virá a ser nada: você já tem e já é tudo o que precisa, é só uma questão de despertar sua espiritualidade para sentir esta verdade.
É por esta razão que empresas e organizações que investem no desenvolvimento da “espiritualidade organizacional”, ou seja, no sentido de conectividade de seus colaboradores, são mais preparadas para competir em uma época de enormes dilemas, incertezas e desafios, em que vivemos.
Nestas organizações, que inclui a organização familiar, os membros entendem melhor seu papel e percebem que aquilo que estão fazendo e produzindo tem sentido. Estão, por assim dizer, mais conectados.
A consciência é a origem de tudo aquilo que fazemos e da forma como agimos e a espiritualidade é o exercício contínuo da consciência. Invista em sua espiritualidade e você descobrirá todo o potencial que existe em você.
Assim você descobrirá também o quanto a felicidade é um subproduto da sua espiritualidade e consciência, encontrando um novo sentido para a sua vida e das pessoas que o cercam.



Eduardo Almeida Coordenador EARS - Eduardo Almeida Responsabilidade Social

Peripatético: Reminiscencias e andanças - Pedro Washington Jr

Turismo é sinonimo de investimento. O nome mordeno é sugestivo: Indústria do Turismo sendo vista como uma cadeia de produção de serviços. Como toda industria, o investimento prevé retorno futuro. Investimento em insumos, formação dos funcionarios, estrutura da cadeia produtiva, marketing, feedback constante de satisfação, recall de produtos apresentando defeito.
O problema é que quase toda administração publica enxerga o turismo com miopia. Promovem ações isoladas, criam pequenos locais turísticos e pretendem com isto ter uma Indústria de Turismo.
Imaginem o que seria da Disneylandia se você deparasse com uma favela ao lado das instalações. O motorista da Van não falasse espanhol. Se o Mickey as vezes estivesse alcolizado. Se o Pluto tivesse o hábito de fazer xixi nos postes em seu intervalo de descanço. Se os atendentes mostrassem insatisfação ao atender. E principalmente, se a principal atração fosse apenas uma montanha russa e um show dançante. Você sonha em ir à Disney porque sabe que lá existe uma estrutura voltada para sua satisfação! Uma industria de sonhos.
Porto Belo aparentemente entendeu o recado. Talvez não o conceito de Indústria Turística pois a ação não pode ser isolada. Mas iniciou um investimento no pier para receber uma quantia maior de turistas e, mais importante, com perfil sócio-economico conhecido. Neste ponto, Porto Belo pode realizar os ajustes necessários ao atendimento destes turistas cuja preferencia, gostos e hábitos podem ser conhecidos através de pesquisas.
Balneário Camboriú não caminhou neste sentido. Por anos nossa “Indústria” de Turismo realizou ações isoladas. E o resultado está aí. Alguém duvida que o perfil de nossos turistas modificou nos últimos anos? Poder de compra, nível socio-cultural, capacidade de consumir.
Temos o turismo da farra, da bagunça, do boteco, do carro com som alto, das pickup desfilando na Av. Atlantica, do consumo de álcool e energéticos. Não temos o turismo da diversão. Temos uma babilônia onde Deus ainda não ficou enraivecido o suficiente.
Este tipo de turismo não gera uma receita de qualidade. Apenas algumas casas noturnas e postos de gasolina ganham com ele.
Perdemos investindo em operação verão redobrada, ostensiva e punitiva, para conter nossos próprios turistas beberrões. Precisamos de batalhões de garis limpando as areias das praias. Não temos guias mirins voltados aos turistas, transporte adequado onde o espanholito seja brasileiramente arriscado pelo motorista e cobrador, pelo garçon e pelo guarda municipal. Aliás as placas de nossos ônibus coletivos não indicam o trajeto para quem vem de fora. Linha 108?
Que tipo de turismo BC quer nos próximos anos?
PS. Praia dos Amores: Porque o bondindinho não vem até aqui? Não fazemos parte do roteiro turístico de BC? Não temos um dos mais visitados cartões postais de BC, o Morro do Careca, escolhido entre os 10 pontos turísticos do litoral norte de Santa Catarina?
Jo no devo estar solito nesta.

NAS FALA DO CORONÉ – Hugo Stockler

BRAVOS AMORES ACENDE SUA PRIMEIRA VELINHA
Como diz o Mané: não tem tu vai tu mesmo!
Dezembro 2008 dia 15 completou um ano de tiragem o BA. Ainda de fraldas sabemos de antemão desapercebido pela critica. Sem bolo de aniversário, sem festas que o “tutu”, o faz-me rir, ta de calça curta.
Deixando de lado o cabotinismo vá lá o devido histórico, a saudação.
Podemos afirmar sem duvida, Bravos Amores é rebento certo do TATUIRA.
Quando há três anos atrás ancoramos por aqui, único periódico existente, o Diarinho. Matutamos, porque não um informativo, um jornal local já que tanto a Brava como praia dos Amores comunidades em franco progresso? Conceber a idéia, fácil. Todavia materializar, outra conversa. A receptividade sondada então, chocha. Pouco entusiasmo. Se não nos falha o bestunto parece o que alavancou a idéia foi a penada da justiça no polemico plano de urbanização. Exigência de execução do plano até 24/12/005, sem mais delongas. Primeira porrada. Demolição sumaria dos aprazíveis quiosques de então, estabelecidos na areia dando seqüência a verdadeiras lambanças administrativas. Até a utopia de criarem dunas artificiais. Fatores que por certo provocaram o protesto da comunidade através da imprensa dando vasa ao TAUIRA e seu slogan: Enterrado, mas sempre antenado. Lançar lançamos! As nossas expensas e no peito! A guisa de protesto e possível base para um futuro jornal local. Infelizmente ficou no primeiro numero. Morreu na casca! Uma andorinha só não faz verão.
Da intempestiva penada da justiça e do cumprimento da mesma, bolufas! Até hoje aguarda a comunidade o seu cumprimento ou um mínimo, os rigores da lei para o não cumprimento. Vai-se o tempo...

PEDRO O INCENTVADOR.
Pedro Washington, ele mesmo. Egresso de Curitiba arreia a mochila com pretensão de aqui fincar o pé. Apresentado por filha da terra papo vem papo vai deixa transparecer a firme vontade de criar um informativo ou jornal para a comunidade. Topamos. Se der deu se não der valeu a intenção!
Na real valeu. Um ano! Ainda firmando o pé cá estamos contando com a boa vontade da comunidade do comercio e dos leitores. Caro Pedro, cerne do BA. Lierge sempre atuante, por sinal madrinha do Bravos Amores por ter sido a autora do nome, parabéns! VALEUUU!!!
VASSOURA NOVA...
Varre bem! Pelo menos é o que dizia minha saudosa mãe. E mãe ta com a razão sempre! Sem contestação. To certo ou to errado?
Pois vai daí, está a comunidade Brava e Amores com dois promissores vassouros novinhos em folha. Alcaide de Camboriu e prefeito de Itajaí. E cá na orla do mar nós os comunitários, no aguardo das urgentes e mais do que necessária providencias em obras para o almejado “SEJA BEM VINDO TURISTA”.
Convenhamos, “sem se ri e sem chorá”, nosso trecho Brava e Amores...Uma lastima, só pra porco! Babilônia de desacerto urbano!... Avenida e ruas? Mais buraco do que queijo suíço. Calçadas? Uma piada! Francamente, não sei de lugar nenhum, pelo menos eu, com calçadas inclinadas ou gramadas. Deve pegar bem pra nego capenga.Terrenos baldios ao Deus dará quase sempre deposito de lixo. Sinalização e indicações, muito a desejar. Com o despenco desta fabulosa catadupa de chuvas, trazendo todos os imprevistos indesejáveis é claro que temos que dar o devido desconto. Todavia que este desconto não seja usado como desculpa carcando a culpa pra riba do Divino. Há que se mexer! E é pra já! Vamos botá fé nos hóme! Voto de confiança pra ver no que vai dar.

DE MILICO PARA MILICO
Ta dando pano pra manga esta lengalenga da milicada contra a infausta negligência e relapsa atitude do Governo para com sua nobre e sempre leal milícia. Afinal de contas à premissa certa é de que insofismavelmente terminam os direitos do Governo onde começam os nossos (ou o deles). Antes do agrado das promessas, na euforia da campanha e depois no acerto legal declarado pela lei 254/003 dando o direito, porque agora não dar o pirulito para a criança? À DEUS O QUE É DEUS À CESAR O QUE É DE CESAR.
ILEGAL A GREVE?
Todo ser humano tem direito a organizar sindicatos e a neles ingressar para a proteção de seus interesses (DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS – ArtXXIII ).
Salvo melhor juízo, a APRASC foi criada com a aquiescência do Governo Estadual chefe supremo e o “pode” do Comando Geral de então. Finalidade? Defesa dos interesses da classe.
Pois, pois, JUSTIÇA ATESTA ILEGALIDADE DO MOVIMENTO (A Noticia 23/12) conforme art. 142 da Constituição da Republica. Assim falaram os togados. De taxativo nada diz o art. 142 sobre o não poder praças policiais militares entrar em grave. Quiçá o enquadramento no § 1º do citado art.
Há que se dar conta de que as Forças Publicas, como eram denominadas as Policias Militares no passado foram criadas como reservas do exercito dentro do regime militar. Atuavam como forças estaduais militares dadas às consecutivas revoltas de então. Subordinadas, portanto ao R.D.E. e outras leis militares. Eram então empenhadas como tais. Agiam digamos em caráter militar setenta por cento. Isto nos idos tempos!
Pós-guerra insinua-se a predominância voltada para a verdadeira e autêntica função o POLICIAMENTO. Hora de trocar a espada pelo cacetete. Quebrar a crosta militar integrado-se quase que cem por ao mundo civil. Em assim sendo, quer queiram ou não, são as policias militares entidades híbridas, ou seja, civil-militar.
Greve meus leitores?...O ultimo cartucho. O direito ao ultimo tiro.
Que esperar de um governo que acintosamente cozinha em banho-maria o direito insofismável e adquirido (lei 254) marombando matreiro em total desrespeito a seus subordinados? Dane-se o governo caloteiro e sua politicagem inconsequente e desastrosa!

BAR NA AREIA?
Pendenga polêmica. Incômodo certo pra administração, povão e turistas.
Cá pra nós, que pega bem um bom sombrero uma mesa e a distinta “gelada” na comodidade fresca da areia, atendimento presto enquanto joga-se fora o papo furado com a beldade num biquíni ressaltando as curvas certas nos lugares certos. Que pega bem, pega mesmo! Sombra, mar, mulher, cerveja gelada, a vida que pedi a Deus! Eis senão quando no bem bom, surge a medonheira do fiscal da “Prefa” alardeando prepotente, as prosopopéias da lei, chutando o pau da barraca mandando para as cucuias sem mais aquela o feliz momento. Uma naba! Este o lado o do banhista folgado, irreverente, de bem com o mundo.
Do outro lado o morrinha.
- Porras! A praia agora virou a bar? Onde vou estender minha esteira? Essa invasão é fim da picada. Quem quiser beber que vá beber no bar porras! Esse troço é ilegal. Areia é pra tomar sol. Merdas de fiscal nenhum pra bota jeito nisto?...
Pois agora!... Existe legislação a respeito? Pode ou não o comercio usar o espaço destinado aos banhistas.
Acreditamos que o bom senso possa resolver a parada, ou seja, que se delimite espaço aos amantes da “gelada” na areia e outro tanto para os atletas e banhistas radicais.
Realmente o abuso de mesas e cadeiras frente aos bares não pega bem!
Simples questão de hermenêutica administrativa!

PRAIA DOS AMORES, BOATO GEOGRAFICO?!!!
Já comentado cá na coluna tempos atrás a incongruência praia dos Amores sem praia. Dizem, nos antigamente, o Araribá responsável pelos limites, desaguava mais ou menos perto do Hotel Atlântico. Dali até o morro do Careca onde deságua atualmente, a então a Praia dos Amores que segundo informações extra oficiais assim foi denominada como Amores pelo fato de se prestar na época por lugar ermo ser, como reduto dos “maridões puladores de cerca” e da corriola amante da libidinagem. É o que dizem e eu não afirmo. Com a palavra os antigos da terra já que nada de oficial encontramos a respeito.
Todavia seja como for, porque não, de uma vez por todas as Câmara de Vereadores Camboriu e Itajaí acertarem de vez o mérito da questão?
Certinho bem certinho, todo este tempo como morador da Praia dos Amores não sei onde começa e onde acaba. Alguém aí pode me dizer? Inté!





Critérios estranhos

Explicar até que o ministro Tarso Genro tenta. O difícil é entender o critério. O mesmo governo que nega asilo político a dois atletas cubanos que tentam fugir do regime ditatorial cubano, concede-o a um suposto criminoso condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos. Isto é: privilegia-se o regime reconhecidamente férreo de um país comunista e se dá as costas à decisão judicial de um país democrático, cuja Justiça funciona a contento, de tal forma que o modelo de combate à Cosa Nostra serve de modelo a outros países em que a máfia atua. O Ministro Tarso Genro que apesar da preferência demonstrada pelo presidente, optando provisoriamente pela candidatura de Dilma Rousseff, ainda alimenta esperança de ser o escolhido final na disputa à Presidência, parece com suas atitudes estar acendendo velas para a esquerda. Sonha que a ministra, apesar da nova programação visual que vai merecer até máscaras de Carnaval, instrumento inteligente para sua popularização, não consiga superar o temperamento que dificulta sua convivência com os pobres mortais. O agradinho a Fidel e seu regime quase falido, que procura agora cair nas graças de Barack Obama para sobreviver, sabe bem ao gosto da esquerda nativa de quem ainda é o “queridinho”. Os argumentos do ministro da Justiça em ambas as situações comportam contestação. O benefício da dúvida que teve agora sobre uma eventual perseguição política que Cesare Battisti sofreria se voltasse à Itália, não foi concedido aos boxeadores cubanos. Nem se questione a concessão ao italiano por ter em sua banca de defesa um advogado que sempre foi figura respeitada no PT: Luiz Eduardo Greenhalgh. Também o questionamento sobre se teria sido concedido a Battisti amplo direito de defesa, não resiste à qualidade da Justiça exercida naquele país, bem mais antiga que a nossa. Além do que a denúncia sobre os quatro assassinatos supostamente cometidos por ele partiu de um ex-companheiro de convicções ideológicas. O que parece certo é ter o Brasil se enfiado numa “camisa de onze varas”, sem nenhum resultado prático, em nome de uma suposta “soberania nacional”. Soberania se comprova quando o Brasil enfrenta de forma firme as demonstrações de intolerância de vizinhos como Evo Morales, agora de novo beneficiado com investimentos brasileiros, depois de ter tripudiado sobre a mais importante empresa brasileira: a Petrobrás. Ou quando não se rende às fanfarronices do presidente equatoriano. Logo, logo, teremos o paraguaio Fernando Lugo impondo regras ao Brasil. Como lembrava meu velho pai: “quem se abaixa demais, mostra regiões que o pudor deve recatar”. Ou algo parecido!
Pedro Washington é jornalista no Paraná, com passagem pela Rádio Difusora de Itajaí na década de 1960.

A quem interessa legalizar o aborto?

A Igreja Católica, como qualquer outra instituição religiosa séria, prima pelos conceitos morais que devem sempre nortear a relação fraterna entre as pessoas.
Quando ela se manifesta contrária ao aborto, é porque faz parte de sua natureza defender a preservação da vida em toda a sua concepção e extensão. Assim, com todas as restrições que porventura se possa fazer às suas posições dogmáticas e seculares, ela ainda é o ponteiro que orienta a maioria das famílias brasileiras para o bem.
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, certa feita disse que "o aborto deve ser tratado como um problema de saúde pública e um direito de ser discutido de maneira laica pelas mulheres, com todas as condições que o Estado tem de oferecer". Não se discute a laicidade do aborto, mas o aspecto moral e de responsabilidade das mulheres em suas relações sexuais voluntárias.
A mulher moderna, do alto de sua liberdade, tem afirmado que é dona de seu corpo, que paga imposto e que pode decidir se deseja ou não interromper uma gravidez indesejada. Com todo o respeito ao livre arbítrio de decisão defendida por parcela de mulheres, não é bem assim, de forma liberal, que o tema deve ser resolvido. A interrupção de uma vida não pode ser levada para o terreno da banalidade.
Gravidez indesejada se poderia falar em caso de estupro. Na pior das hipóteses, o aborto terapêutico seria necessário para salvar a vida da mulher em caso de risco ou na circunstância de má-formação fetal, especialmente anencefalia, como já tem se manifestado favoravelmente o Poder Judiciário. Não sendo dessa forma, é preciso que a mulher e o homem tenham mais responsabilidade e assumam as consequências de seus atos negligentes demonstrados ao não se cercar dos cuidados necessários de usar os meios anticoncepcionais existentes ou conhecidos, hoje bastante difundidos pelo Ministério da Saúde.
O aborto proposital de uma relação sexual voluntária deve ser combatido como forma de preservação dos valores morais, dentro de um quadro de responsabilidade que deve coexistir entre os seres humanos. É verdade que o aborto clandestino tem aumentado a estatística de acidentes com mortes de mulheres. Mas a sua legalização será o passaporte para consagrar a promiscuidade sexual - juvenil e adulta.
Julio César Cardoso
Bacharel em Direito e servidor federal aposentado

Empresário versus empregado

A presente crise econômica mundial, excetuando as razões que levaram o mercado americano à bancarrota com sensíveis reflexos em outras economias do planeta, serviu para mostrar a insensibilidade de grupos empresariais gananciosos, que só se preocupam com a voracidade dos lucros de suas empresas e se esquecem de dar segurança de emprego a seus empregados em momentos de transição conjuntural.
Essa visão de responsabilidade empresarial com os seus empregados deveria ser uma preocupação de todas as empresas. O empregado é uma das peças fundamentais da engrenagem de um negócio. Não basta ter os componentes de fabricação ou de comércio se não existir aquele que saiba conduzi-los. Os dois estão intimamente ligados - empresário e empregado -, um depende do outro. É evidente que a direção de seus proprietários tem que ser respeitada, mas os fins dos negócios são alcançados graças ao bom desempenho do corpo de empregados.
Neste momento de turbulência da economia mundial, o mercado brasileiro já dá sinal de seu efeito maléfico com a previsão de muitas demissões anunciadas. Segundo a FGV, um terço das indústrias nacionais pretende demitir, o que representa o maior índice nos últimos dez anos.
A questão de emprego em atividades privadas, principalmente nas médias e grandes empresas, deveria merecer mais atenção de nossas autoridades políticas, governamentais e do Ministério do Trabalho. As empresas ao se estabelecerem deveriam sofrer um processo prévio para verificar a real capacidade (econômico-financeira) de poder suportar relativamente o seu quadro de empregados em determinadas situações - como segurança da manutenção de emprego do trabalhador.
Vejam o que está ocorrendo atualmente com a indústria de carros. Mal-acostumada com grandes margens de lucros, e mesmo recebendo dinheiro do governo para suas operações, anuncia demissões porque certamente não aceita reduzir a margem de sua lucratividade.
Antes de a China despontar para o mercado de calçados, muitas empresas exportadoras de calçados, no Vale do Rio dos Sinos, recrutavam empregados acima de sua capacidade de endividamento, visando atender, em grande escala, ao mercado americano, mas sem nenhuma preocupação com o futuro desses operários. E qualquer retaliação de política externa, ou defasagem cambial, logo batiam à porta das autoridades monetárias pedindo socorro e demitiam os empregados. Isso tudo ocorria e ainda ocorre por falta exclusiva de responsabilidade empresarial e por ausência de políticas públicas atuantes.
Julio César Cardoso
Bacharel em Direito e servidor federal aposentado

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

INCHAÇO NA CIDADE

Não acredito que o senhor prefeito municipal, Rubens Spernau, tenha concordado com o desmatamento de área da Estrada da Rainha. É por causa, por exemplo, dessas ações de desmatamento, com agressão à natureza, que hoje estamos pagando caro com os últimos acontecimentos das intempéries no Estado.
O inchaço da cidade, desnecessário e desproporcional, certamente está levando a prefeitura a transigir com os interesses de empresários ambiciosos, que estão mais interessados no faturamento e pouco preocupados com o meio ambiente e com a manutenção da qualidade de vida da cidade.
Cada vez que um pedaço deste Balneário é tragado pala ânsia, por exemplo, da exploração da construção civil, forçando afluxo de novos contingentes humanos com todos os problemas que trazem para a infra-estrutura municipal, Balneário Camboriú vai se descaracterizando e se tornando uma cidade eivada de todos os problemas sociais existentes por aí. A capital Floripa é o exemplo mais próximo e presente do pseudoprogresso, e hoje arca com as conseqüências.
Quando os senhores administradores públicos se derem conta do descuido que tiveram com a preservação da qualidade de vida desta cidade, será tarde demais. E pelo jeito que anda a carruagem, abrindo novas avenidas, derrubando morros etc. daqui a pouco vão querer construir viadutos em nome do pseudoprogresso. Ainda bem que surge a ONG Idéia, para denunciar irregularidade ambiental em área da Estrada da Rainha.
Julio César Cardoso
Bacharel em Direito e servidor federal aposentado

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Brasileiros completam R$ 1 trilhão em tributos pagos

Resultado significa um recorde para os brasileiros. Em todo o ano passado, a arrecadação totalizou R$ 921 bilhões, aponta impostômetro da ACSP.
Faltam pouco mais de duas semanas para o fim do ano, mas os brasileiros já registraram um recorde, no pagamento de tributos federais, estaduais e municipais. Isso porque, no início da tarde desta segunda-feira (15), precisamente às 13h27, o impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) chegou à marca de R$ 1 trilhão pagos em impostos, taxas e contribuições. Em todo o ano passado, o valor arrecadado chegou a R$ 921 bilhões.
A expectativa inicial da ACSP e do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) era de que a marca de R$ 1 trilhão seria atingida no fim do ano, mas, devido à velocidade do crescimento da arrecadação, a previsão foi revista para a primeira quinzena de dezembro, o que se confirmou na próxima semana.
O crescimento na arrecadação ocorreu mesmo com o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), no início deste ano.
O impostômetro está instalado na sede da ACSP, na cidade de São Paulo, e é possível ser visualizado pela internet, no site www.impostometro.com.br.
O que poderia ser feito com este dinheiro arrecadado?
Como todo esse dinheiro seria possível construir mais de 74 milhões de casas populares de 40 m2, ou 83 milhões de salas de aula equipadas, ou ainda pagar mais de 2,630 bilhões de salários mínimos.
Além disso, também seria possível comprar mais de 44 milhões de carros populares ou 6,247 bilhões de cestas básicas.Melhorar a situação da saúde também seria possível, já que com todo esse montante dá para fornecer medicamentos para toda a população brasileira por 445 meses, ou construir mais de 3,982 milhões de postos de saúde equipados.

AVISO: "Caravelas Portuguesas" apareceram em PRAIA BRAVA provocando queimaduras em banhistas.



Domingo, dia 14 de dezembro, foram encontradas diversas Caravelas Portuguesas nas praias de Praia Brava.
Vários banhistas acabaram sendo vítimas destas criaturas que são confundidas com águas-vivas.
Na maioria dos casos foram as crianças as mais atingidas, sofrendo queimaduras de menor ou maior grau, dependendo do contato com os tentáculos do animal.
As caravelas não tem movimento próprio e são empurradas pelas ondas até a parte rasa das areias, onde as crianças estão brincando. Nestas áreas ocorrem contatos com mais freqüência.
Os salva-vidas foram avisados após várias ocorrências e prestaram os socorros necessários.
Houve um caso, no posto de salva-vidas em frente à pousada Ondas da Brava, em que o pai acabou tratando mal os salva-vidas que tentavam em vão explicar que a criança deveria ser encaminhada para o pronto socorro municipal.
É necessário que os pais fiquem calmos e ouçam atentamente os procedimentos necessários para prestação de socorro.

Aparecimento de “águas-vivas” nas praias e enchentes em SC estão relacionadas.
Ventos na direção do continente empurraram espécies para o litoral. Contato com os animais provoca queimaduras, podendo causar desmaios.
O aparecimento de caravelas portuguesas (Physalia physalis) nas praias de Florianópolis, no último final de semana, está relacionado com o mesmo fenômeno meteorológico que provocou as fortes chuvas que atingiram Santa Catarina na semana passada. A afirmação é do pesquisador Charrid Resgalla Junior, do Centro de Ciência Tecnológica da Terra e do Mar (CTTMar) da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).
Segundo ele, os dois foram influenciados pela área de baixa pressão atmosférica que atuava sobre o continente e a de alta pressão que agia no oceano. Com a atuação da zona de baixa pressão, os ventos de mar aberto sopraram em direção à costa e acabaram empurrando as caravelas para o litoral.— Elas não têm movimento próprio. Flutuam sobre a superfície das águas, empurradas pelo vento — explica.
De acordo com o pesquisador, esta relação não significa que sempre que surgirem caravelas nas praias haverá enchentes, ou vice-versa. A espécie é comumente identificada como uma água-viva, mas, na verdade, é uma colônia de quatro tipos de pólipos. As caravelas oferecem grande risco de queimaduras aos banhistas, podendo provocar ainda náusea, vômitos, tonturas e desmaios.

Procedimentos que devem ser adotados ao ser atingido por água viva
1. A pessoa deve lavar o local ou fazer compressas com água do mar gelada. Água doce não funciona, só agrava a queimadura.
2. Depois, deve-se derramar vinagre no local atingido, o que impede a liberação do veneno, e gelo artificial (coldpac).

3. Em seguida, deve-se jogar farinha ou talco sobre o local e deixar secar.

4. Depois, raspa-se o machucado com uma faquinha, de leve, para retirar os minúsculos tentáculos da caravela. A vítima deve ser levada ao pronto-socorro mais próximo.

Independente de ser caso grave ou não, a participação de um profissional médico na recuperação do atingido é fundamental.

sábado, 13 de dezembro de 2008

ROGÉRIO BENITZ, DE PRAIA BRAVA, ESTÁ NO GRUPO DE SECRETÁRIOS ESCOLHIDOS POR JANDIR BELINNI.

O engenheiro Rogério Benitz, atual presidente do Conseg Praia Brava e cidadão ativo de nossa comunidade está entre os nomes escolhidos para ocupar a cadeira da Secretaria de Governo.
É um momento histórico para Praia Brava.
Sempre pronto para atender as demandas locais, Rogério agora alça vôos mais altos.
Colaborador do Jornal Bravos Amores desde o início das publicações, com a coluna “Fala Profeçor”, assim propositalmente entitulada, Rogério sempre deixou transparente seu desejo que Praia Brava pudesse ter uma liderança política mais forte, lançando candidatos únicos para Câmara de Vereadores tendo assim a oportunidade de efetivamente elegê-los. Isto traria mais força nas decisões políticas administrativas.
Com esta importante nomeação, Praia Brava só tem o que comemorar. Encerra-se a era Morastoni e inicia-se momentos de maior participação, característica de Rogério Benitz.

Só temos a desejar excelente trabalho para o Rogério Benitz, a quem confiamos plenamente por sua inteligência, coragem e retidão de caráter.

Outro importante nome foi o de Tarcízio Zanelato para Secretaria de Obras, pois estes últimos anos foram incrivelmente difíceis para Praia Brava nas questões de execução e planejamento de Obras Públicas. Bem vindo secretário Tarcízio.
A equipe do secretariado de Jandir Belinni foi anunciada nessa sexta-feira, nas dependências do Hotel Sandri.
A lista dos secretariáveis já corria a cidade na quinta-feira.

Os nomes anunciados por Jandir e Dalva nessa sexta:

EDISON D´ÁVILA – Chefia de Gabinete
JOÃO PAULO TAVARES BASTOS GAMA – Procuradoria Jurídica
ANTONIO AIRES DOS SANTOS JÚNIOR – Superintendência do Porto
FLÁVIO ANTONIO LAGE DE FARIA – Superintendência do SEMASA
PAULO PRAUN CUNHA NETO – Planejamento e Desenvolvimento Urbano.
MARIA HEIDEMANN – Educação
DALVA MARIA RHENIUS – Saúde
TARCÍZIO ZANELATO – Obras
CARLOS REBELO – Agricultura
IVAN RUPP BITTENCOURT – Comunicação.
ROGÉRIO BENITZ – Secretaria de Governo
AMILCAR GAZANIGA – representante da Prefeitura no CAP – Conselho de Autoridade Portuária - e Assessor Especial para a Reconstrução [secretário sem pasta].

No período de 20 a 23 de dezembro será promovido o primeiro seminário do governo Bellini tendo como pauta:
1. integração da equipe de governo
2. estabelecimento de ações emergenciais

3. estabelecimento de metas e planos.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Itajaí: Unidades de Saúde atingidas pela enchente voltam a atender

De acordo com a programação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Itajaí, a Policlínica Jardim Esperança reabre nesta quarta-feira (10). As Unidades Básicas de Saúde Cidade Nova e Murta estão na agenda para começar o atendimento na semana seguinte, a partir de segunda-feira (15). Os outros dois postos fechados, Bambuzal e Promorar II, ainda continuam sendo recuperados.
Todas as unidades que sofreram pelas cheias do mês de novembro estão passando pelo processo de limpeza, desinfecção e reposição de mobiliário e equipamentos danificados pela água. Contudo, o acolhimento aos usuários destes bairros está sendo realizado nas unidades mais próximas. Para tanto, basta a pessoa procurar as recepcionistas para que o encaminhamento seja feito.

A SMS ressalta que as unidades Praia Brava, Fazenda, Cordeiros, Dom Bosco, Itaipava, Imaruí, São João, Limoeiro, Brilhante, Rio Bonito, Salseiros, Votorantim, Caic, São Judas, São Vicente mantém a rotina, além da assistência de Urgência/Emergência.


TELEFONES ÚTEIS
Secretaria de Saúde: 3249-5500/ 3249-5549/ 3249-5522
DVE: 3249-5557
Farmácia do CODIM: 3908-5648
Tuberculose CODIM: 3908-5710

FITUR - Navio da Marinha fica aberto à visitação pública neste fim de semana

Navio da Marinha fica aberto à visitação pública neste fim de semana em comemoração ao Dia do MarinheiroNo próximo sábado(13) é comemorado o Dia do Marinheiro.
A Marinha do Brasil escolheu Itajaí para uma das celebrações. Dois navios já estão ancorados no Píer Turístico.
O navio Faroleiro Almirante Graças Aranha, veio de Santos com uma missão muito especial, a bordo trouxe 50 toneladas de donativos para as vítimas da enchente que aconteceu no final de novembro em Itajaí e região.
As doações são da Defesa Civil de Santos e São Paulo. A embarcação trouxe água, alimentos, roupas e materiais de limpeza. Assim que a embarcação partir, o Navio Patrulha Benevente, que veio do Rio Grande do Sul, vai ancorar no píer e deve permanecer até domingo.
De acordo com o tenente da Marinha Felipe Leme, o navio de patrulhamento costeiro, vai ficar ancorado em Itajaí pela passagem do Dia do Marinheiro, comemorado no próximo sábado. A embarcação vai estar aberta à visitação pública entre os dias 12 e 14, no período da tarde das 14 às 18 horas. A entrada é franca.
O navio possui 33 tripulantes, é um navio de guerra, usado para busca, salvamento e patrulhamento na costa brasileira. “A presença do navio em Itajaí é uma opção de turismo para a população, que vai ter a oportunidade de conhecer as dependências da embarcação, e todos os equipamentos usados no patrulhamento” comente Felipe Leme.
Os marinheiros serão os guias dentro do navio e vão poder receber os cumprimentos pela passagem do dia do Marinheiro.
Dia do MarinheiroO Dia do Marinheiro é celebrado no dia 13 de dezembro. Data de nascimento do Almirante Joaquim Marques Lisboa, Marquês de Tamandaré, patrono da Marinha do Brasil. A data foi instituída, pelo aviso 3.322 do Ministro da Marinha, em 04 de setembro de 1925, em reconhecimento aos grandes serviços prestados pelo almirante ao povo e à pátria. O Marquês de Tamandaré deixou registrada sua homenagem à Marinha, em testamento. Seu derradeiro desejo foi que sobre a pedra que cobriria sua sepultura fosse gravado “Aqui jaz o velho marinheiro”. O almirante nasceu na cidade de Rio Grande, no Estado do Rio Grande do Sul, no dia 13 de dezembro de 1807. Filho do patrão-mor do porto da cidade, o Marquês de Tamandaré descobriu sua vocação para o mar aos 15 anos de idade. Foi aceito na Marinha, como voluntário, embarcando pela primeira vez na Fragata “Niterói”. Iniciava ali uma brilhante carreira na Marinha. Seu prestígio foi fruto de suas participações em quase todas as guerras de seu tempo defendendo os interesses do país.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Dilma afirma que obras do PAC em Santa Catarina terão de ser refeitas

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que todas as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nas áreas de saneamento e habitação em Santa Catarina terão de ser refeitas. De acordo com ela, os temporais que castigaram o estado prejudicaram o andamento das obras.
Segundo Dilma, o governo federal também terá de recuperar trechos da BR-101 em Santa Catarina, que sofreram danos por causa da chuva.“Somente o esforço compartilhado do governo federal, do estado e da sociedade civil vai conseguir reverter os efeitos desse desastre”, destacou a ministra, que participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre os efeitos da crise financeira internacional nas obras do PAC.

Senado aprova por unanimidade projeto de lei do microempreendedor individual

O Senado aprovou , por unanimidade do Plenário, o projeto de lei que garante benefícios do Estado como aposentadoria e auxílios previdenciários a cerca de 10 milhões de pequenos comerciantes que atuam na informalidade. A matéria volta para a apreciação da Câmara uma vez que o texto aprovado pelos deputados foi alterado.
O projeto prevê que, para serem beneficiados, tanto microempresários como pipoqueiros, ambulantes, costureiras, entre outros que faturam anualmente até R$ 36 mil, terão que pagar uma contribuição de R$ 55,65 à Previdência. Esses profissionais passarão a ser enquadrados como microempreendedores individuais.
Com a contribuição, os microempreendedores ficariam dispensados do pagamento de tributos como o Imposto Sobre Serviços (ISS) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrados dos demais empresários. Para requerer aposentadoria à Previdência Social o microempreendedor terá que contribuir por no mínimo 15 anos e ter a idade mínima exigida por lei.

Santa Catarina tem 144 casos suspeitos de leptospirose

Brasília - A Secretaria de Saúde de Santa Catarina registrou 144 casos suspeitos de leptospirose em 18 municípios atingidos pelas chuvas. De acordo com os dados da secretaria, cinco casos já foram confirmados e 30 descartados até ontem (3). Guabiruba, Itajaí, Joinville, São José e Guaramirim são os municípios com casos confirmados.
Segundo o diretor da Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, Luis Antonio Silva, Joinville é o município com situação mais crítica: há 34 casos suspeitos da doença. Itajaí e Blumenau também têm alto índice de pessoas com suspeita da doença, 29 e 16 casos, respectivamente. A Secretaria de Saúde está capacitando um grupo de 70 médicos do estado para atuar no tratamento da doença.
A leptospirose é contraída pelo contato com água ou lama contaminadas pela urina de roedores. O período de incubação da doença varia de um a 30 dias. Os principais sintomas são febre, dor de cabeça, tosse, alterações urinárias, hemorragias, vômitos e alterações dos níveis de consciência. Caso não seja tratada, a leptospirose pode levar à morte.

Cohab/SC analisa situação no Vale do Itajaí para reconstrução de casas

A Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina (Cohab/SC) esteve reunida nesta terça-feira (2/12), na Secretaria de Desenvolvimento Regional de Blumenau, com o secretário Paulo França, representantes das prefeituras dos municípios do Vale do Itajaí, a diretoria do Instituto Ressoar e empresários, para levantar dados e iniciar o processo de reconstrução de casas das vítimas atingidas pelas chuvas naquela região.
Durante o encontro foi contratada a construção de 150 residências. A intenção é de que elas sejam erguidas até o Natal. As primeiras vão contemplar o município de Itajaí, em terrenos cedidos pela prefeitura.
Através da análise de dados parciais levantados pelas prefeituras da região, a diretora presidente conheceu o número de casas destruídas em algumas cidades.
São estes:
Itajaí: 500 destruídas; Gaspar: 480 destruídas; Brusque: 100 destruídas e 400 em análise; Camboriú: 118 destruídas; Benedito Novo: 64 destruídas; Jaraguá do Sul: 40 destruídas; Pomerode: 23 destruídas e 80 em análise; São João Batista: 15 destruídas; Tijucas: 15 destruídas; Timbó: 12 destruídas e 600 em análise; Nova Trento: 10 destruídas; Guabiruba: 10 destruídas.
Outros municípios do Vale do Itajaí ainda não possuíam dados coletados em virtude da complexidade da situação no local.

DOADOR ILUSTRE - RONALDO NAZÁRIO (RONALDINHO)

O governador do Estado, Luiz Henrique, receberá às 15 horas de sexta-feira (5) o jogador de futebol Ronaldo Nazário e seu empresário, Fabiano Fará, na sede da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em São José. O atleta estará em Santa Catarina para entregar pessoalmente ao Governo do Estado 30 toneladas de mantimentos com o objetivo de auxiliar os catarinenses castigados pelas chuvas dos últimos dias.
Ronaldo e seu empresário entraram em contato com a Defesa Civil do Estado de Santa Catarina para se informar sobre as prioridades de produtos que os municípios atingidos necessitam no momento.
Conforme as orientações da Coordenação de Doações da Defesa Civil, o atleta entregará 30 toneladas de produtos de higiene pessoal, como sabonetes, toalhas e escovas de dentes. A lista completa de produtos está disponível no site: www.desastre.sc.gov.br, no link doações.
A recomendação é para que as empresas ou pessoas de outros estados que tiverem interesse em doar mantimentos entrem em contato com o Departamento de Defesa Civil do seu Estado. Para agendar o envio de doações o contato deve ser feito pelo telefone: (48) 4009 9886.
Secretaria de Estado de Comunicação

DEFESA CIVIL DE SANTA CATARINA DIVULGA ITENS PARA DOAÇÃO

A DEFESA CIVIL PEDE QUE SEJA PRIORIZADAS AS SEGUINTES DOAÇÕES:
PRODUTOS HIGIENE PESSOAL
SABONETES.
ESCOVA DE DENTE.
CREME DENTAL.
ROLOS PAPEL HIGIÊNICO.
CAIXA COTONETE.
SHAMPOO’s.
PENTES.
TOALHAS DE ROSTO e BANHO.
ABSORVENTES/ FRALDAS GERIÁTRICA.

PRODUTOS PARA LIMPEZA
VASSOURAS.
RODOS.
PANOS DE CHÃO.
BALDES.
SABÃO EM PÓ.
ÁGUA SANITÁRIA.
SACOS DE LIXO (50 E 100 LITROS).
ESPONJA.
DETERGENTE.

PRODUTOS INFANTIS
FRALDAS.
BICOS.
MAMADEIRAS.

PRODUTOS DIVERSOS
COLCHÕES.
TRAVESSEIROS.
COBERTORES.
ROUPA DE CAMA.
PRATOS DE PLASTICO (DURÁVEIS).
COPOS DE PLÁSTICO (DURÁVEIS).
TALHERES.
SACOS DE PLÁSTICO DE 3 E 5 LITROS, SEM SER DE LIXO, PARA CONDICIONAR KITS DE HIGIENE PESSOAL.
LONAS PLÁSTICA.
UTENSÍLIOS DOMÉSTICO.

Defesa Civil de Santa Catarina retoma recebimento de doações

A Defesa Civil de Santa Catarina anunciou na tarde desta quinta-feira a retomada do recebimento de doações, que estava suspenso desde a noite de quarta-feira por falta de espaço para armazenamento. Segundo o comunicado, será utilizada a estrutura descentralizada das SDR (Secretarias de Desenvolvimento Regional), do governo do Estado, para estocar os mantimentos, remédios e roupas.
As doações serão encaminhadas para as SDR do litoral sul e norte (Criciúma, Araranguá e Joinville), além das regiões mais afetadas, como Blumenau, Timbó, Brusque, Jaraguá do Sul e Itajaí.
As doações em dinheiro continuam sendo solicitadas, já que, segundo o governo catarinense, além de facilitar a logística de arrecadação e distribuição, movimentam a econômica local dos municípios afetados.
Até o momento, as nove contas bancárias disponibilizadas pela Defesa Civil de Santa Catarina já arrecadaram cerca de R$ 16 milhões.
Vítimas - O número de mortos subiu para 118 em Santa Catarina, segundo boletim divulgado nesta quinta-feira pela Defesa Civil. Com isso, o número de desaparecidos caiu para 31. Já o total de desalojados e desabrigados, que era de 78 mil na segunda-feira, passou para 32.769.
A diminuição das chuvas e a liberação de algumas áreas atingidas permitiram a volta de parte da população para suas casas. Porém, ainda choveu na quarta-feira e 14 municípios permanecem em estado de calamidade pública.
Município de Itajaí foi prejudicado com a suspensão
O anúncio da Defesa Civil Estadual para suspensão de doações, divulgado para todo país, afetou os trabalhos no Município de Itajaí que continua precisando de todo tipo de doação.
Falta de comunicação da Defesa Civil Estadual, que não notificou Itajaí, gerou o desconforto que obrigou a Prefeitura Municipal a publicar um comunicado.
Em entrevista a rádio Univali, o Secretário de Comunicação Felipe Damo estava visivelmente irritado com a situação. Declarou que foram necessárias várias horas preciosas para tratar do assunto.
Nota da Preitura:
04/12/2008 - 11:22
COMUNICADO PREFEITURA DE ITAJAÍ: DOAÇÕES
A Prefeitura de Itajaí comunica que ao contrário do que noticia nacionalmente a Defesa Civil do Estado de Santa Catarina, que pede o cancelamento de doações para o Estado, o município de Itajaí ainda clama a todo o país, a doações de alimentos, produtos de limpeza e higiene, colchões e travesseiros. Nossa campanha ainda não acabou, pois temos uma demanda muito grande de população que necessita destas doações. As doações podem ser encaminhadas até Itajaí no Centro de Eventos da cidade.

Prominp suspende cursos de qualificação profissional em Santa Catarina

Medida foi tomada em função da situação de calamidade pública em Itajaí.

O Prominp suspendeu as vagas que estavam sendo oferecidas na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, referentes ao Edital Seletivo Público do 4º ciclo do Plano Nacional de Qualificação Profissional do Programa. As 320 vagas foram suspensas em função da situação de emergência e calamidade pública na cidade, conforme cita o decreto no 8.759, publicado em 21 de novembro de 2008, e decreto nº 8.760, publicado em 23 de novembro de 2008.
Para os candidatos que já se inscreveram e efetuaram o pagamento da taxa de inscrição, o valor da mesma será devolvido, conforme procedimento a ser comunicado individualmente pela entidade de seleção (Cesgranrio). As vagas para os cursos do Prominp em Itajaí-SC serão reabertas em outro edital público, em momento oportuno.
Com esta retificação, o Edital do 4º ciclo passa a oferecer 20.631 vagas em 11 estados do país.

Seguem os cursos e vagas que estavam sendo oferecidos pelo Prominp, em Itajaí/SC:

ESTADO CATEGORIAS VAGAS
SC CM - CALDEIREIRO 96
SC CM – ENCANADOR 48
SC CM – MONTADOR 48
SC CM - SOLDADOR DE ESTRUTURA 80
SC CM - SOLDADOR DE TUBULAÇÃO 48

Obs.: O aviso de retificação está publicado no site do Prominp (www.prominp.com.br).

COMUNICADO OFICIAL BALNEÁRIO CAMBORIU

A Prefeitura Municipal de Balneário Camboriú, através da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico, esclarece que após as chuvas que ocorreram em algumas regiões do estado de Santa Catarina, Balneário Camboriú somente foi afetada em três bairros localizados na região oeste da cidade, adjacentes ao Rio Camboriú e, que já estão com sua normalidade estabelecida.

Toda região da praia central, que corresponde a 70% do município, está com sua infra-estrutura urbana totalmente intacta, bem como a normalidade da sua alegre e trabalhadora população.
Os atrativos turísticos como: Parque Unipraias, Cristo Luz, passeios de barco, marinas, além da rede hoteleira, comércio em geral e, a diversificada estrutura gastronômica que a cidade possui, estão em plena atividade, atendendo a todos que freqüentam.
Desta forma, não temos problemas de falta de água potável, energia elétrica, transporte público, atendimento médico ou qualquer outro serviço essencial indispensável a qualidade de vida da população.

As vias de acesso ao município, como BR 101 sentido norte, para Curitiba ou São Paulo e sentido sul para Florianópolis ou Porto Alegre, estão com suas pistas plenamente liberadas e em funcionamento, aeroportos de Navegantes, Joinville e Florianópolis operam com decolagens e aterrissagens em plena normalidade, além de não existir mais nenhum ponto interrompido nas rodovias que cortam nosso estado.

Informamos que a praia de Balneário Camboriú está completamente limpa e com sua balneabilidade restabelecida, podendo ser comprovada através do acesso ao site: www.balnear.com/câmeras, onde em tempo real poderá verificar a normalidade existente na cidade. O município de Balneário Camboriú e o Estado de Santa Catarina tem como característica mostrar sempre a realidade dos fatos, nossos belos atrativos, calamidades, festas ou simplesmente o sorriso de um de nossos habitantes, fato este que garante a credibilidade que conquistamos tanto a nível nacional e internacional.

Balneário Camboriú e o estado de Santa Catarina convidam a todos que venham aproveitar seus dias de férias em um de nossos belos recantos turísticos, onde certamente encontrará o calor humano de nossa gente que recebe a todos com a mesma simpatia e cortesia, garantindo ao estado como o destino de férias preferido no Brasil.

Balneário Camboriú (SC), 03 de dezembro de 2008.

Osmar de Souza Nunes Filho
Secretário municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico

Visite Balneário Camboriú em qualquer época do ano!